
É muito bom poder fazer o que se quer. Falo na primeira pessoa do singular, porque gosto de fazer da vida um contínuo exercício de liberdade. Sou amapaense, amo meus irmãos de todo o país e do planeta, inclusive os do Maranhão que vieram para cá obrigados pela necessidade de subsistência, mas esse honorável paraquedista chamado José Sarney, eu não amo. Ontem eu falava de quanto ele poderia ser bem quisto por todos nós se usasse todo poderio que Deus confiou a ele para fazer o bem. Em vinte e quatro anos de mandato, se bem que o último ele teve que rebolar para levar, contando com a ajuda dos que nos roubam, Sarney teve o final que mereceu da vida sempre à sombra da ditadura e do poder. Viva quem tem coragem de dizer o que pensa! Viva Palmério Dória, esse nortista que escreveu essa importante página da história do Brasil. Esse honorável título senador José Sarney, é merecido!



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